Primeira Obra

Primeira Obra
Poesias e Crônicas

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

NEGRO TAMBÉM É BRASILEIRO

O Senado Federal já aprovou o projeto de lei que declara feriado o dia 20 de novembro, dia da Consciência Negra. Se a presidente da República sancionar a lei, este será o primeiro feriado originário de organização social.. Bacana!!!
Mas, por que adotar no Brasil o dia da Consciência Negra?
Por que sancionar uma lei (Ex. lei 10.693/03) que determina a obrigatoriedade da inclusão de estudo da cultura afro-brasileira nos currículos escolares?
Não bastaria trabalhar a cultura brasileira?
Há como separar a cultura afro da cultura brasileira?
Entendendo que o termo “cultura” se refere às manifestações da forma de viver de um povo; a cultura brasileira não pode excluir a cultura afro; uma vez que os africanos, trazidos da África como escravos, foram componentes para a formação do povo brasileiro e, conseqüentemente para a formação da sua cultura.
A cultura brasileira é resultante da miscigenação dos povos indígenas, europeus e africanos. São, basicamente, esses três povos que formaram o povo brasileiro e sua cultura.
Se respondermos os questionamentos, a cima citados, iremos perceber que o povo brasileiro não tem consciência de suas próprias raízes.
A presença negra no Brasil alterou os traços indígenas e europeus trazendo colorido e alegria para a constituição da cultura brasileira. Essa é a maior riqueza de nosso país: A diversidade Cultural, construída por cada povo que aqui vive.
É evidente que um dia feriado ou uma lei sancionada, é de grande valia para a valorização dos negros e negras mas, não é suficiente. Não gera consciência. Faz-se necessário a construção de um país de inclusão, e não de divisão de grupos. Divisão gera exclusão.

Porto Nacional, 14 de novembro de 2011.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

COMO LIDAR COM O LUTO NA ESCOLA

Conteúdo
Identidade e Autonomia
Objetivo
Acolher o enlutado.

Ano
Pode ser utilizado em todas as séries/ano.

Período
Indeterminado, quando morrer um parente de uma criança, um membro da equipe escolar ou alguém conhecido de todos.

Desenvolvimento
- Aproxime-se com delicadeza, sem intervir diretamente e sem forçar o enlutado a abraçar, falar ou participar de atividades. Mas não o deixe sozinho. O importante é ele perceber que há uma pessoa adulta atenta ao seu sofrimento.

• Mais do que dizer algo para consolá-lo, deixe que ele expresse suas emoções e só ouça.

• Se fizer perguntas, seja o mais objetivo possível. Diga o que realmente aconteceu, com as palavras certas, e não use eufemismos como: está dormindo ou foi para o céu.

• Pergunte se ela quer contar aos colegas o que aconteceu ou prefere que você o faça. Nas duas hipóteses, reúna todos em roda e, depois de comunicado o fato, pergunte se alguém já passou pela mesma situação. A troca de experiência conforta e é um incentivo para deixar aflorar os sentimentos. Sugira que a turma chame esse colega para brincar, mas sem insistir.

• Quando falecer alguém conhecido (artista ou pessoa importante na comunidade), não perca a oportunidade de conversar sobre o assunto. Explique o que é um cemitério, por que as pessoas são enterradas, por que os adeptos de algumas crenças visitam os mortos no feriado de Finados, o que é um velório etc.

• Se a escola perder um funcionário ou professor, organize um ritual de homenagem com a participação de todos. A cerimônia pode ser simples, como o plantio de uma árvore ou flores no jardim da escola. Assim, sempre que alguém olhar a planta poderá lembrar com carinho de quem se foi. Em sala, sugira fazer um desenho (coletivo ou individual) ou pensar em algumas palavras que poderiam ser ditas para a pessoa.

• Se a perda foi de um familiar de um aluno, reúna a turma do enlutado e faça uma visita de solidariedade. Prepare a turma para que tenha muito respeito, pois o caso é sério.
Consultora Maria Júlia Kovács
Do Laboratório de Estudos sobre a Morte, da Universidade de São Paulo.
Reações de luto
Após o trauma pela morte de uma pessoa próxima, a criança ou o jovem pode apresentar mudanças no seu comportamento. Veja quais são as reações mais comuns.
Nos pequenos
• queda no rendimento escolar;
• agressividade e insegurança;
• euforia e estado de fantasia;
• tristeza, depressão e medo;
• excesso ou ausência de sono e fome;
• sentimento de abandono e culpa;
• desejo de se isolar;
• queixas de dores no corpo e de cansaço.
Nos adolescentes
• raiva contra a pessoa falecida, amigos, professores e até contra si mesmo;
• confusão mental e desatenção;
• queda da auto-estima;
• desinteresse pelos amigos, pelas atividades escolares e pela vida;
• pessimismo e sentimento de culpa;
• ansiedade e crises de angústia;
• solidão e fadiga;
• agressividade e uso de drogas e álcool.
A escola precisa estar Atena para ajudar o aluno a superar essas dificuldades. O Orientador escolar pode ser um profissional indicado para isso.
http://revistaescola.abril.com.br

sexta-feira, 29 de abril de 2011

A HISTÓRIA DO ENSINO RELGIOSO NO BRASIL

O Ensino Religioso esta presente na colonização e educação Brasileira desde o inicio da nossa colonização, realizada pelos portugueses. Esse Ensino Religioso que vigorou no Brasil desde os seus primórdios era um ensino com ênfase na doutrina da religião oficial do Império, a religião católica romana.
No Brasil colônia temos um acordo entre o rei de Portugal e o Sumo Pontífice a respeito da formação do povo brasileiro. Esse acordo tenha como objetivo fomentar um catecismo tradicional. No império o catolicismo passa a ser a religião oficial do Brasil, entretanto a igreja estaria neste período submissa ao estado, servindo de instrumento ideológico. Já na primeira republica o Ensino Religioso perde espaço nas escolas e na sociedade de maneira geral, passando a ser facultativo, e por fim temos atualmente um estado laico, uma escola publica e gratuita.
Com a proclamação da República em 1889, se estabelece a separação entre Igreja e Estado, a liberdade de culto e o reconhecimento da diversidade religiosa. Contudo, o Ensino Religioso continuou sendo, na prática, o ensino da religião cristã. Porem a Constituição de 1934 selou novamente a aproximação entre Igreja Católica e o Estado brasileiro após a ruptura ocorrida com a Proclamação da República e a decretação da separação Igreja-Estado em 1889. O Brasil presenciava a ascensão de um estado autoritário e de uma igreja que finalmente recuperava acesso ao poder após 40 anos de uma república laica, com ares positivistas.
Nesse período a Igreja Católica se colocou contrária aos defensores da Escola Nova. Debates ásperos ocorreram e personalidades como Anísio Teixeira e Fernando Azevedo foram taxados de comunistas e materialistas. A corrente católica venceu mais esta batalha, fazendo prevalecer suas opiniões na legislação aprovada.
Apesar da República brasileira ter em sua origem um fundamento secular, no decorrer dos anos a ação realizada pela Igreja Católica se mostrou eficiente para que os desejos por ela almejados fossem sendo concretizados, especialmente no que se refere ao ensino religioso. Situação que nos sugere que a relação entre a Igreja Católica e o Estado tem sido demarcada pela percepção por parte do clero de uma "função histórica" especialmente reservada ao catolicismo.
Observamos o Ensino Religioso no Brasil fazendo história por vários caminhos diferenciados: o caminho da confessionalidade, o caminho da interconfessionalidade, o caminho das religiões e o caminho da religiosidade.
Como vimos o Ensino Religioso nem sempre foi de fato Ensino Religioso, isto é disciplina dedicada as culturas e as tradições religiosas, o que havia em muitos momentos era de fato uma catequização. Alguns críticos afirmam que tal pratica catequética tinha como objetivo manipular a religiosidade e a mentalidade da sociedade.
Para entendermos melhor a história, a concepção, a formação, a estrutura e a identidade da disciplina de Ensino Religioso fazem necessário um olhar histórico sobre o mesmo, onde observamos o Ensino Religioso em três momentos históricos distintos, entretanto sempre guiado pela LDB[1].
No primeiro momento histórico tínhamos o Ensino Religioso deliberado pela LDB 4024/61, tendo como eixo articulador a dimensão religere (re-escolher – saber em si), ou seja, havia uma perspectiva teológica e confessional sobre a disciplina de Ensino Religioso.
No segundo momento histórico tínhamos o Ensino Religioso deliberado pela LDB 5692/71, tendo como eixo articulador a dimensão religare (re-ligar – saber em relação), ou seja, havia uma perspectiva antropológica e axiológica sobre a disciplina de Ensino Religioso.
No terceiro momento histórico temos o Ensino Religioso deliberado pela presente LBD 9394/96, tendo como eixo articulador a dimensão relegere (re-ler – saber de si), ou seja, há uma perspectiva fenomenológica sobre a disciplina de Ensino Religioso.
A partir do processo constituinte de 1988, o Ensino Religioso vai efetivando sua construção como disciplina escolar, como componente curricular, a partir da escola e não de uma ou mais religiões. Assim, a razão de ser do Ensino Religioso tem sua fundamentação na própria função da escola: o conhecimento e o diálogo. A partir da atual LDB o estado, a escola e a sociedade não podem mais considerar o Ensino Religioso como uma simples formação religiosa ou axiológica, nem considerar o Ensino Religioso como Catequese ou como uma ação pastoral, é necessário compreende lá como componente curricular cujo conteúdo seja o fenômeno religioso.
O Artigo. 210, parágrafo 1º da Constituição da República Federativa do Brasil de1988 faz a seguinte referencia ao Ensino Religioso:
O ensino religioso, de matrícula facultativa, constituirá disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental. O ensino de religião constitui parte integrante da educação da adolescência, sendo. Os programas de ensino de religião e o seu regime didático serão fixados pela autoridade eclesiástica.

Atualmente temos na data de 22/07/1997, a lei No. 9.475 que dá nova redação ao artigo 33 da lei No. 9.394 de 20/12/1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. A nova redação do artigo 33 menciona que o Ensino Religioso é de matrícula facultativa, é parte integrante da formação básica do cidadão, constitui disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental, assegura o respeito à diversidade cultural religiosa do Brasil, são vedadas quaisquer formas de proselitismo. Estabelece ainda que os estabelecimentos de ensino regulamentarão os procedimentos para a definição dos conteúdos do ensino religioso e estabelecerão as normas para a habilitação e admissão dos professores.
. Esta ultima deliberação é a que atualmente esta vigente e pôr ser nova temos muito a construir e refletir sobre a sua metodologia, conteúdos, fundamentos, entre outros.
Art. 1o - O art. 33 da Lei No 9.394, de 20 de dezembro de 1996, passa a vigorar com a seguinte redação:
"Art. 33 - O ensino religioso, de matrícula facultativa, é parte integrante da formação básica do cidadão, constitui disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental, assegurado o respeito à diversidade cultural religiosa do Brasil, vedadas quaisquer formas de proselitismo.
§1o - Os sistemas de ensino regulamentarão os procedimentos para a definição dos conteúdos do ensino religioso e estabelecerão as normas para a habilitação e admissão dos professores.
§2o - Os sistemas de ensino ouvirão entidade civil, constituída pelas diferentes denominações religiosas, para a definição dos conteúdos do ensino religioso."
Art. 2o. Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 3o. Revogam-se as disposições em contrário.

O PCNER[2] também é tido como um marco histórico tanto para o Ensino Religioso como para a educação brasileira: pela primeira vez, pessoas de várias tradições religiosas, enquanto educadores, conseguiram juntos encontrar o que há de comum numa proposta educacional que tem como objeto o Transcendente.
O objetivo dos PCNER é simples porem muito desafiador: Proporcionar junto ao educando o conhecimento dos elementos básicos que compõem o fenômeno religioso, as culturas e as tradições religiosas a partir das experiências religiosas percebidas no contexto sócio-cultural da sociedade.
Há atualmente diversos modelos de Ensino Religioso vigentes no país, o Confessional, o inter-confessional, o supra confessional e a disciplina curricular, cada qual com uma proposta..
O Confessional é oferecido de acordo com a opção religiosa do aluno ou do seu responsável e ministrado por professores preparados e credenciado pelas respectivas entidades religiosas. O Estado do Rio de Janeiro aprovou o Ensino Religioso confessional e pluralista que interpreta a expressão “assegurado o respeito à diversidade cultural religiosa do Brasil” – contida na lei –, com a formalização de um ensino diferenciado para cada confissão religiosa, mantendo o respeito e a tolerancia pelas demais culturas e tradições religiosas.
O Inter-confessional é resultante de um acordo entre as diversas entidades religiosas, que se responsabilizarão pela elaboração dos respectivos programas. Desenvolvido, em geral, por grupos de confissões cristãs, considera o que é comum às diferentes Igrejas ou confissões e respeita a especificidade de cada uma das demais tradições religiosas.
O Supra-confessional é ministrado nas escolas públicas, não admite qualquer tipo de proselitismo religioso, preconceito ou manifestação em desacordo com o direito individual dos alunos e de suas famílias de professar um credo religioso ou mesmo o de não professar nenhum, devendo assegurar o respeito a Deus, à diversidade cultural e religiosa, e fundamenta-se essencialmente em princípios de cidadania, ética, tolerância e em valores humanos universais presentes em todas as culturas e tradições religiosas existentes.
A Disciplina curricular é um modelo de Ensino Religioso pensado como área de conhecimento, a partir da escola e não das crenças ou religiões e tem como objeto de estudo o fenômeno religioso. Independente do posicionamento ou opção religiosa, os educandos são convidados a cultivar as disposições necessárias para a vivência coerente de um projeto de vida profundamente humano e pautar-se pelos princípios do respeito às liberdades individuais; tolerância para com os que manifestam crenças diferentes e convivência pacífica entre as diversas manifestações religiosas que compõem a pluralidade étnica e cultural da nação brasileira.
Historicamente todas as redes de ensino sejam elas públicas ou privadas têm dificuldades e conflitos em ministrar as aulas de Ensino Religioso, dado a complexidade do conteúdo da mesma e o pluralismo religioso. Dificuldades porque os professores de Ensino religioso insistem em catequizar e educar na fé seus alunos, fato este, que é no mínimo questionável haja vista a existência de várias denominações eclesiais entre os alunos. Conflitos por que existem pais que não acreditam ou não admitem determinados conceitos religiosos que são apresentados aos alunos como único dogma de fé.
Gostaria de salientar que a educação religiosa deve se pautar fundamentalmente na análise e no estudo criterioso, crítico e consciente das várias religiões e denominações eclesiais praticadas no mundo e na história, considerando o imenso pluralismo religioso existente em nosso país e, sobretudo despertar a convivência pacífica e ecumênica das várias religiões e igrejas.
(Artigonal SC #709656)
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Robson Stigar - Perfil do Autor:
Licenciado em Ciências Religiosas; Licenciado em Filosofia; Bacharel em Teologia; Aperfeiçoamento em Sociologia Politica; Especialização em Filosofia; Especialização em História do Brasil; Especialização em Ensino Religioso; Especialização em Psicopedagogia; Especialização em Educação, Tecnologia e Sociedade; Especialização em Catequetica; MBA em Gestão Educacional; Mestre em Ciências da Religião. Palavras Chave: Ciência da Religião; Ensino Religioso; Estética; Epistemologia; Ética; Fenomenologia; Filosofia da Religião; Fundamentalismo Religioso
Contato: (41) 9971-5822 robsonstigar@hotmail.com

sexta-feira, 11 de março de 2011

FRATERNIDADE E VIDA NO PLANETA


Fonte da imagem:internete-google-11/03/11

CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2011 - CNBB
A Campanha da Fraternidade deste ano propõe uma atenção especial para a vida do planeta. Esta atenção inclui olhar, analisar e cuidar.
Quando falamos da vida do planeta é importante lembrar que estamos nos referindo a todo tipo de vida que existe nesta gigantesca esfera viva chamada de TERRA. Todos os seres vivos que nela existem, inclusive o homem, estão com a vida ameaçada por ações antrópicas que ao longo dos anos vem quebrando a harmonia entre os seres e provocando desequilíbrio ambiental.
O lema da CF/11 – “A criação geme como em dores de parto” nos chama a atenção para a gravidade do problema e nos convoca a uma urgente mudança de atitude em relação ao uso da natureza, dentre elas a questão dos descartáveis que são os grandes responsáveis pela formação de lixo poluente.
Como sugestão gostaria de lembrar aqui o uso dos 3 Rs: Reduzir, Reciclar e Reutilizar.
Utilize os 3 Rs, assim o planeta terá uma vida saudável para todos nós e para as futuras gerações.
Maria Eunete G. Tavares

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

MEMORIAL REFLEXIVO

O mundo da informática é uma realidade que se faz presente em nosso meio e nos impulsiona para uma vida informatizada. No mundo moderno, conhecido como era digital, o uso da informática é indispensável e para nós educadores essa necessidade se apresenta ainda maior; uma vez que educar é atualizar-se.
Ao participar deste curso de “Introdução à Educação Digital”, na versão Linux, foi possível aproximar desta realidade: de estar inclusa na sociedade digital.
Muitas foram as aprendizagens construídas. Conhecer o Linux Educacional foi encantador. Quanta riqueza didático-pedagógica! Outro ponto muito interessante foi aprender como baixar e utilizar o antivírus que é um grave problema que ataca nossos computadores destruindo nossos trabalhos. A utilização do blog, os cuidados ao copiar arquivos e gravuras atentando para as referencias; cuidados com os textos a serem publicados na rede, etc. Foram aprendizagens que muito contribuíram com a utilização da informática na vida profissional e pessoal.
As dificuldades sempre existem; a que mais me perturbou foi a falta de disponibilidade de tempo para praticar as atividades, mas com incentivo e apoio da tutora foi possível encontrar caminhos e realizar todas ela com sucesso. Vale lembrar que a interação com as demais cursistas através do fórum, de e-mail e do blog, também proporcionou significantes aprendizagens.
Felicito-me em concluir mais um curso de informática e construir novos conhecimentos que me levam cada vez mais à inclusão digital. Por que cada vez mais? Porque o mundo digital é tão amplo... Acredito que nunca irei dominá-lo totalmente, mas cada conquista é um passo importante nesta caminhada.
Agradeço a tutora pela dedicação e empenho para com o sucesso dos cursistas e as colegas pela socialização dos conhecimentos favorecendo a descoberta de novos conhecimentos.

Porto Nacional, 02 de fevereiro de 2011.

Maria Eunete Guimarães Tavares