Primeira Obra

Primeira Obra
Poesias e Crônicas

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

PRECE DE NATAL

PRECE DE NATAL
Senhor!
Que este Natal seja um Natal de conversão.
Com menos individualismo e mais comunhão.
Com menos vingança e mais perdão.
Com menos intrigas e mais reconciliação
Com menos consumismo e mais doação.
Que este Natal, Senhor,
Seja verdadeiramente cristão.

Eunete.

ANÁLISE DE SITES


Todos os sites recomendados são dedicados a ações educativas. Os recursos disponibilizados são excelentes para assessorar a prática educativa tando dos estudantes como dos educadores.
Utilizei como referência os sites http://tvescola.mec.gov.br e http://atividadeseducativas.com.br . Nesses sites é possível encontrar recursos tanto para a prática de sala de aula, como para a formação continuada, dos alunos e dos professores.
Ao navegar por esses sites tive a oportunidade de encontrar valiosas atividades para o trabalho pedagógico da prática docente e excelentes materiais para a formação do professor.
São muitos os recursos disponíveis na mídia que ainda não foram explorados o suficiente pelos educadores. É necessário que seja intensificado o trabalho de incentivo ao uso da mídia para facilitar a vida do professor e melhorar a qualidade do ensino e da aprendizagem.
Maria Eunete Guimarães Tavares

RECURSOS EDUCACIONAIS


Com essa atividade foi possível perceber a diversidades de recursos disponíveis aos profissionais da educação. Todos eles de excelente qualidade com capacidade para atender às necessidades educativas.

Nesta atividade me dediquei à exploração do link cursos e materiais e fique encantada com a diversidade de possibilidades:

Curso – línguas, formação de novos decentes, Educação infantil, letramento, licenciatura, Magistério, mídias, apoio à formação superior, gestão de Educação Básica, apoio aos dirigentes municipais, etc. Todos gratuitos.

Materiais sobre – avaliação, dicas práticas, entrevistas, estratégias pedagógicas, inovação tecnológica, materiais de eventos, materiais pedagógicos, programas em vídeos, TV escola, publicações e outros.

Dificuldades; não houve, os links são visíveis e o acesso é fácil.

Utilização; dispensa comentários. Todos são de uso pedagógicos tanto na ára de formação dos professores, como de apoio aos gestores, e, principalmente, para uso didático em sala de aula.

Foi uma descoberta enriquecedora.


Maria Eunete Guimarães Tavares

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

MENSAGEM DA HORA

SUGESTÕES DE ATIVIDADES - ENSINO RELIGIOSO

GOVERNO DO ESTADO DO TOCANTINS
SECRETARIA DA EDUCAÇÃO E CULTURA
DIRETORIA REGIONAL DE ENSINO DE PORTO NACIONAL
COORDENAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO




Área: Ensino Religioso
Assessora: Maria Eunete Guimarães Tavares



As atividades que seguem foram elaboradas, como sugestão, para serem trabalhadas de acordo cada série/ano atendendo aos conteúdos e habilidades do Referencial Curricular. Essas atividades podem ser realizadas em séries/ano diferentes adequando aos conteúdos em estudo, ou seja, pode ser usado o modelo da atividade com outros conteúdos que estiverem em estudo. Além disso elas podem também ser alteradas, adequando à realidade de cada escola.

6º ano:
1. A família em união com o Transcendente.
Orientar os alunos a conversarem com seus familiares e responderem as seguintes questões:
Como são realizados os momentos re oração da família? Em casa? Em igrejas? Que textos utilizam? Como acontecem? Quem dirige? Se a família não participa, explicar por que. Na aula seguinte socializar com a classe. Organizar os textos e fazer uma exposição sobre os textos sagrados utilizados pelas famílias e comunidade. Valorizar todos os tipos que aparecer.
2. Caminho da Felicidade
Construir um painel com um grande caminho intitulado de “Caminho da Felicidade”.
Orientar os alunos a refletir sobre o acha necessário colocar neste caminho para que seja realmente um caminho de felicidade. Tudo que for positivo deverá ser escrito em flores e colado à beira do caminho. Se surgir algo negativo deverá ser escrito em pedra e colado à beira do caminho. O painel deverá ser colocado em mural e servir como regra de convivência para a paz.
3. Varal dos Textos Sagrados
Explorar em sala de aula textos sobre as quatro grandes religiões do mundo: Cristianismo, Islamismo, Judaísmo e Budismo. Dividir a turma em quatro grupos, um para cada religião. Orientar os grupos a organizarem um cartaz com o nome do texto sagrado da religião e a principal verdade. Ilustrar o cartaz com desenhos ou gravuras. Fazer uma exposição em varal.

7º ano:
1. Histórias Sagradas
Solicitar aos alunos que tragam fotos e/ou gravuras de momentos religiosos (cultos, romaria, batizados, missas, sessão espíritas,etc.) conhecido por eles ou seus familiares. Orientar a turma a contarem a história relacionada a foto ou gravura. Produzir um texto relativo à historia contada. Em seguida pode ser feita a exposição dos textos que podem ser ilustrados pelas gravuras.
2. Fira das Religiões
Para essa atividade os alunos podem ser orientados a fazerem um levantamento das tradições religiosos existente na comunidade (valorizando todas elas). Organizar a turma em grupos de acordo a quantidade de crença encontrada. Cada grupo deverá escrever uma carta ao líder da crença definida pelo professor solicitando que trague um objeto sagrado e o texto sagrado que utiliza, se houver, para fazer uma exposição na escola em data marcada. Cada objeto recebido deverá ser acompanhado por uma pessoa da devida crença para os devidos cuidados. Cada grupo deverá produzir um cartaz sobre a crença, com orientação de seu líder, para identificar os objetos e organizar uma feira religiosa na escola para ser visitada por todos. O professor deve esclarecer aos alunos que o trabalho é somente para estudo e conhecimento; não deve interferir na crença de ninguém.
3. Visitando a História
Convidar um professor de história, ou preparar uma aula, sobre a origem e evolução da escrita. Explicar aos alunos que os textos sagrados também foram escritos através de antigos escritos, como o pergaminho, de acordo a crença de cada povo das diversas partes da terra; Assim surgiram as várias religiões com seus textos sagrados. Apresentar aos alunos os textos sagrados das diversas religiões do mundo e em seguida solicitar que produzam um texto descrevendo a importância dos textos sagrados orais e escritos para cada crença.

8º ano:
1. A Árvore
Distribuir aos alunos uma folha de papel sulfite e pedir que desenhe uma árvore com raiz, caule, folhas, flores e frutos. Orientar aos alunos que escrevam na raiz: Quais os valores que dão sustentação a sua vida? (Não esquecendo dos valores religiosos). Escrever no caule: Quais são seus sonhos e projetos? O que você deseja para sua vida? Escrever nas folhas: O que você faz para cuidar de sua vida? Espiritual, sentimental, social e física? Escrever nas flores: Quais são seus valores? O que você faz de bom para si e para os outros? Escrever nos frutos: Que frutos você pretende dar para a sociedade? O que pretende fazer para que o mundo seja melhor?
Socializar a atividade com a classe e fazer uma exposição com os desenhos.
2. Atitudes humanas
Levar para a sala de aula revistas e jornais para recorte. Dividir a turma em dói grupos. Grupo 1 - procurar e recortar imagens que retratem situações de sofrimentos, desigualdade social, injustiça, maldade, etc. Grupo 2 - recortar gravuras que retratem situação de solidariedade, bondade, valorização da vida, igualdade, etc. Cada grupo montar um painel e expor na sala. Refletir com a turma: Porque há tantas diferenças na sociedade? Em que as entidades religiosas podem contribuir para uma sociedade mais justa? Quais as influências das religiões na vida de seus adeptos? As religiões ajudam a melhorar as atitudes das pessoas? É importante participar de uma religião? E outras.
3. O que significa viver?

É Preciso Saber Viver
Titãs
Composição: Erasmo Carlos / Roberto Carlos
Quem espera que a vida
Seja feita de ilusão
Pode até ficar maluco
Ou morrer na solidão
É preciso ter cuidado
Pra mais tarde não sofrer
É preciso saber viver
Toda pedra do caminho
Você pode retirar
Numa flor que tem espinhos
Você pode se arranhar
Se o bem e o mal existem
Você pode escolher
É preciso saber viver
É preciso saber viver
É preciso saber viver
É preciso saber viver
Saber viver, saber viver!


Solicitar aos alunos que, em dupla, façam a leitura e a reflexão da letra da música. Em seguida socialize com os colegas abrindo um debate. Finalizar o debate cantando a música. Orientar os alunos que produzam uma poesia que aborde o sentida da vida e a importancia da religiosidade para uma vida melhor.

9º ano:
1. Conversando sobre a morte
Exibir para os alunos a cena do filme “O Alto da Compadecida” que retrata o julgamento (a parte que Jesus e Nossa Senhora recebe os mortos no céu). Em seguida conversar com os alunos: De que maneira o filme retrata a morte? Quais são os principais sentimentos que a morte provoca? Em que ou em quem as pessoas buscam inspiração para entender o sentido da morte? As religiões entendem a morte da mesma forma? Por que a maioria das pessoas tem medo da morte? Quais as pessoas sofrem mais com a morte de pessoas queridas as que vivenciam uma religião ou as que não vivenciam? Porquê? E outras que atendam a curiosidade dos alunos. Não se pretende aqui chegar a uma conclusão. A idéia é refletir sobre a vida após a morte. Após esta aula deverá ser apresentado para a classe as diferentes crenção na vida após a morte: Ressurreição, Reencarnação, Ancestralidade e nada.
2. Mural Reflexivo
Providenciar e levar para a sala de aula revistas para recorte e quatro folhas de papel pardo ou outro. Dividir a turma em quatro grupos. Nas folhas de papel escrever os títulos: Ser, Conviver, Conhecer , Fazer. ( cada palavra é título de uma folha) Distribuir para cada grupos uma folha já com o título. Orientar os alunos a procurarem e recortarem gravurasd que retratem o título indicado e colar montando um cartaz. Fixar os cartazes no quadro. Analisar silenciosamente fazendo uma leitura de imagem. Em seguida abrir um debate sobre a importancia da vida e das quatro palavras no desenvolvimento do ser humano.
3. Caixa de Curiosidade sobre a morte
Organizar uma caixa (decorar e colocar o título: curiosidade sobre a morte). Levar os alunos para a biblioteca ou laboratório de informática. Solicitar que pesquise curiosidades sobre a morte. Distribuir para os alunos tiras de papel e pedir que escreva as curiosidades encontradas, dobre e coloque na caixa sem contar para os colegas. Posteriormente, abrir a cais e socializar as curiosidades. Obs. Em caso de utilizar a biblioteca, comunicar com antecedencia para selecionar o material e agendar o horário.


Referências:

- NARLOCH, Rogério Francisco e outros. Redescobrindo o Universo Religioso: orientações ao professor de 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental. 2ª Edição. Petrópolis. Editora Vozes 2010.
- http://letras.terra.com.br assessado em 01/10/2010.


Porto Nacional, 01 de outubro de 2010.



Meria Eunete Guimarães Tavres
Assessora de Currículo e Ensino Religioso
DRE – Porto Nacional – TO.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

MEMORIAL REFLEXO

As aprendizagens construídas neste curo foram inusitantes. Pois foram tantas! Posso até afirmar que este curso foi um divisor de águas, digo, de metodologias em minha vida profissional. Com ele aprendi muito, desde elaborar documentos até o manuseio destes em mídia. Construir e interagir no blog, navegar na wilkpédia, cadastrar e navegar no Portas Curta Petrobrás, no Youtube, no slideshere e outros e poder encontrar os materiais que necessito para assessorar os professores incentivando-os a enriquecer suas aulas. Tudo isso foi muito gratificante. Além disso, as leituras dos textos do módulo são muito ricas e dão uma abertura, em termos de conhecimentos, para uma nova visão em relação às mídias na educação.
As dificuldades foram muitas. A maior delas foi a falta de conhecimentos prévios sobre informática básica para manusear e desenvolver bem as atividades que o curso propõe. Outra dificuldade foi a falta de conhecimento dos termos técnicos que a informática utiliza e ainda a pouca disponibilidade de tempo para me dedicar bem aos estudos e práticas das atividades e dos conhecimentos adquiridos.
Para solucionar tais dificuldades tive o apoio das colegas de curso, nas trocas de experiências através da interação no fórum e nos blogs e das tutoras, que não mediram esforços para nos atender com muita dedicação e empenho.
Hoje posso utilizar as mídias com muito mais facilidade e eficiência. E, a cima de tudo, adquirir uma nova visão sobre a importância e utilização dos recursos tecnológicos na educação. Posso interagir com os professores através do blog e por e-mail e muito mais facilmente consigo atendê-los em suas necessidades. Descobrir que o uso das tecnologias facilita muito o nosso trabalho e a vida de professor.
Antes do curso a minha relação com as tecnologias era muito restrita. Algumas pesquisas na internet, digitação de textos, alguns pobres slides... Pouco utilizava esses recursos.
O curso foi muito rico. Pude aprender muito e utilizar as aprendizagens em minha prática profissional. O diferencial do curso é a aplicabilidade pois se aprende fazendo; essa é a verdadeira aprendizagem. Parabenizo as tutoras Elizangela e Reijane pela dedicação e eficiências na condução das atividades e paciência no atendimento aos cursistas.

Maria Eunete Guimarães Tavares
Cursista

Porto Nacional, 06 de outubro de 2010.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

CONCEITUANDO CURRÍCULO E SUA INTEGRAÇÃO COM AS TECNOLOGIAS




De acordo as leituras realizadas, currículo é o conjunto de conhecimentos e ações a serem realizadas em uma instituição educativa.
O currículo expressa o projeto pedagógico da escola, organiza e orienta determinada prática educativa. Ao elaborá-lo a escola deve sempre levar em consideração o aluno, a sociedade e a cultura. Na composição do currículo cabe à escola decidir acerca das experiências que deverão ser desenvolvidas a partir das necessidades históricas colocadas pelo aluno e pela sociedade, fundamentando-se em critérios de ordem filosófica, política, econômica, cultural, social e pedagógica.
Maria Aparecida da Silva
http://www.pbh.gov.br/smed/cape/artigos/textos/maria.htm
Acessado em 27/09/10.

A autora se expressa muito bem esclarecendo esse conceito e demonstrando a abrangência do currículo no âmbito escolar. Fica evidente a importância da valorização de todos os aspectos do currículo para elaboração do projeto pedagógico da instituição. Currículo não pode ser entendido apenas como as disciplinas da estrutura escolar, mas como todos os saberes, explícitos e implícitos, as culturas, a história, as questões sócio-econômicas, a filosofia de vida de todos os envolvidos no processo.
Todos os valores acima citados, devem se organizarem na construção do projeto pedagógico escolar. E é ai que entra o importante papel das tecnologias. Elas podem contribuir de forma significante com os projetos que constituem o currículo escolar.
Na sociedade moderna, denominada era tecnológica e da informação, os alunos trazem consigo saberes tecnológicos adquiridos nas suas vivencias do dia-a-dia; cabe a instituição escolar organizar esses saberes no seu projeto pedagógico. Muitos discentes já trazem consigo muitas habilidades na área tecnológica e podem contribuir com a construção do conhecimento dos colegas e facilitar o trabalho pedagógico do professor.
Um dos desafios da educação é integrar efetivamente as tecnologias ao currículo. Nesse campo o ponto cruciante é a formação do professor. Costa, 2005, afirma que: “a questão determinante não é a tecnologia, mas a forma de encarar essa mesma tecnologia”. Significa dizer que os recursos midiáticos precisam ser utilizados com objetivos definidos, bem planejados, com atividades ou projetos que conduzam os estudantes ao alcance das habilidades e competências previstas. Para isso é Necessário investir na formação do professor. Significa que além de equipar as escolas, fator importante, considerar que o professor é o condutor desses recursos e precisa mudar de mentalidade para fazer uso deles com habilidade e eficácia.
O curso “Ensinando e Aprendendo com as TICs” veio contribuir muito com essa transformação oportunizando o professor a adquirir conhecimentos teóricos e práticos para operar os recursos com eficiência.

Maria Eunete Guimarães Tavares

Porto Nacional, 27/09/2010.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

TENHO CANDIDATOS




Os meus candidatos são de preferência cristãos. Cristãos de verdade, e não meramente nominais ou circunstanciais. Quando não, devem pelo menos pensar e agir sob princípios cristãos.

Os meus candidatos possuem um mínimo de competência para exercerem o cargo e o mandato que pleiteiam.


Os meus candidatos não são aqueles que me oferecem mais dinheiro ou favores, são os que me apresentam as melhores idéias, prospostas e projetos.

Os meus candidatos não são aqueles que tentam me impor, são aquele de quem me convencem com argumentos sólidos, consistentes.

Os meus candidatos não são perfeitos, mas procuram ser íntegros, transparentes e confiáveis.

Os meus candidatos não apoiam, nem aprovam leis que banalizam a vida, agridem a família e relativizam a moral.

Os meus candidatos são comprometidos com os princípios inegociáveis da Bíblia Sagrada.

Quando não percebo numa eleição candidatos com o perfil e as qualidades acima descritas, simplesmente fico sem candidatos e apresento a Deus em oração o destino do meu povo, de minha gente, de minha nação.

Não voto contra a minha consciência. Não a vendo, nem a negocio.

"Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o SENHOR, e o povo ao qual escolheu para sua herança." (Salmo 33.12)

ALTAIR GERMANO

terça-feira, 24 de agosto de 2010

PENSANDO SOBRE AS POSSÍVEIS MUDANÇAS E CONTRIBUIÇÕES DAS TECNOLOGIAS




Maria Eunete Guimarães Tavares

Não há como substituir o professor. Ele é a tecnologia das tecnologias, e deve se portar como tal.
Pedro Demo
O professor é personagem insubstituível na prática educativa. É ele a figura mais importante de todo o processo. Pesa sobre seus ombros grande parte da responsabilidade do sucesso ou fracasso escolar. Mas não basta exigir do professor. É necessário oportunizar condições para que desempenhe um trabalho de qualidade. E esse suporte não é só material, é também intelectual, moral e humano. Promover e dar condições que favoreça a sua formação é indispensável. Tecnologia sem tecnólogo não produz bons resultados. A tecnologia não é remédio é instrumento. E como instrumento necessita de alguém que o opere bem. Esse alguém é o professor que, em sua maioria, não domina de forma eficaz os recursos tecnológicos.
Felicita-me perceber, pela interação com os cursistas no fórum, que algumas escolas estão disponibilizando aos seus docentes oficinas de uso pedagógico das tecnologias. Esse é o caminho para que a educação acompanhe a evolução deste mundo globalizado.
Quem não produz não pode dar aulas, porque vai contar lorota.
Pedro Demo
Estamos na era da construção do conhecimento; o professor não é mais o informador, o transmissor. Ele é o articulador, o promotor, orientador da construção do conhecimento. Para isso ele deve produzir também o seu próprio conhecimento, a sua metodologia, a sua prática pedagógica de maneira a atingir seus alunos, levando-os a superarem suas dificuldades e construírem suas aprendizagens. É impossível dar receitas prontas ao professor porque ele trabalha com uma grande diversidade de mentes humanas, por isso ele deve ser o construtor de sua maneira de ensinar; de modo que atenda as diversidades em sala de aula. E neste ponto a tecnologia é uma grande aliada. O professor que tem domínio das tecnologias consegue, com facilidade, criar maneiras eficientes de atingir bons resultados na aprendizagem de seus alunos. Não basta “dar aulas” é preciso ensinar. Pedro Demo afirma: É melhor dar menos aulas e cuidar que o aluno pesquise, elabore, escreva – aprenda.
Na atual conjuntura, a prática de “dar aulas” não atende mais ao interesse dos estudantes. É preciso cuidar da aprendizagem dos alunos. Oportunizar momentos de aprendizagens práticas, pesquisando juntos (não só passando pesquisa) experimentando, debatendo, rascunhando, fazendo, e, assim, aprendendo.
É indiscutível que os recursos tecnológicos se constituem uma importante ferramenta para que professores e alunos possam interagirem na prática educativa. O uso de blogs, por exemplo, oportuniza uma interação muito rica entre professor e aluno. O professor que aprende a usar recursos tecnológicos não consegue abandoná-los mais porque percebe a facilidade e a eficácia que eles oferecem.
Está comprovado que o uso das tecnologias invadiu a vida humana e deve ser uma forte aliada da educação. Pois educar é humanizar.




Porto Nacional, 24 de agosto de 2010.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

REFLEXÃO: PLANO DE AULA AUTORIA HIPERMÍDIA




Esta atividade ocorreu no dia 22 de junho de 2010 às 16:ooh, no auditória da Diretoria Regional de Ensino de Porto Nacional. O encontro contou com a presença de gestores escolares, suporte pedagógico, professores de Ensino Religioso, Assessores de Currículo de História, Biologia e Língua Portuguesa, membros do GRUCONO – Grupo de Consciência Negra do Tocantins – e um Babalorixá e uma Ialorixá – (Pai e Mãe de Santos) representantes da Umbanda e do Candomblé.
Iniciamos a conversa enfocando o objetivo do encontro: Combater a discriminação e valorizar as religiões de matriz africanas como objeto de estudo do Ensino Religioso.
No desenvolver desta ação, houve uma explanação pelos Babalorixá e Ialorixá assessorados pelo Líder do GRUCONTO – José Iramar. Os participantes acolheram muito bem as informações e interagiram fazendo perguntas e tirando suas dúvidas, principalmente no que diz respeito a ações malignas. Os convidaram esclareceram que isso não faz parte da religiosidade Afro descendente, pois seu objetivo é promover a paz e ajudar as pessoas.
De acordo o observado durante a interação entre os envolvidos foi possível perceber que a aprendizagem ocorreu de forma satisfatória, atendendo os objetivos propostos.
A realização desta atividade favoreceu a ampliação dos meus conhecimentos a cerca do assunto como também na utilização da hipermídia. Cada vez que são utilizados estes recursos aumenta a segurança e a descoberta em novas possibilidades.
Porto Nacional, 23 de junho de 2010.

PLANO DE AULA - AUTORIA HIPERMÍDIA

quinta-feira, 17 de junho de 2010

quarta-feira, 16 de junho de 2010

REFLEXÃO: PLANO DE AULA UTILIZANDO MÍDIA DIGITAL



Unidade – 3
Atividade – 2
Cursista: Maria Eunete Guimarães Tavares


Esta atividade ocorreu no dia 24 de maio por ocasião do encontro de coordenadores para estudo e reflexão da prática pedagógica escolar. A apresentação foi feita dentro da programação de encontro com duração de 20 mim apenas.
Os participantes acolheram as informações de forma ativa e interessada. Durante a apresentação houve participação do grupo fazendo perguntas e tirando suas dúvidas.
No decorrer das discussões as aprendizagens foram acontecendo através das informações repassadas e de troca de experiência entre os presentes.
Com a realização desta atividade foi possível construir várias aprendizagens, dentre elas: a utilização de mídias digitais, como encontrar novos recursos na mídia (filme, slide, etc), maior aprofundamento do assunto apresentado e novas experiências socializadas pelo grupo.
Em cada atividade realizada são muitas aprendizagens construídas; o curso está contribuindo significativamente com o meu desempenho profissional e pessoal.

Porto Nacional, 15 de junho de 2010.
https://docs.google.com/present/edit?id=0Aa-TjI79K6RQZGNxMnFrN3RfMzhkZ2Q0ODJmOQ&hl=pt_BR

terça-feira, 15 de junho de 2010

PARA REFLETIR!




A BOLA QUE ROLA E A VIDA QUE CHORA!

Berço de grandes civilizações, a África foi vítima de um longo processo de devastação. Invadido no século XVI por caçadores de escravos a caça de mão de obra barata a ser vendido no “novo mundo”, o continente africano sofreu uma terrível sangria. Milhares de seus filhos foram arrancados de suas entranhas e, a bordo de navios negreiros, foram conduzidos a força para as Américas para trabalhar como escravos a serviço dos colonizadores.Com a descoberta de suas riquezas naturais e de suas jazidas de pedras preciosas, a África tornou-se meta da avidez das grandes potências européias desejosas de explorar todo seu patrimônio. Reunidos em Berlim (na Alemanha), em 1884, 12 países europeus, com interesses na África, lotearam entre si suas terras dando vida a um longo período de colonização que teve como conseqüência o enriquecimento dos europeus à custa do empobrecimento da África. Fome, miséria, endividamento, guerras fratricidas, destruição ambiental, desertificação, urbanização selvagem, violência... São as marcas deixadas pelos opressores e alguns dos desafios que a África enfrenta nestes últimos tempos, fazendo dela o continente mais sofrido do mundo.
Torço para que a Copa do Mundo seja uma oportunidade para dirigir um olhar de compaixão e de solidariedade para com povos africanos. A África está tentando se levantar, mas para isso precisa da solidariedade de todos. O mundo inteiro se concentra numa bola que rola pelos gramados de estádios modernos construídos em tempos recordes. Que loucura! Este mesmo mundo não é capaz de parar um segundo diante da dor de inteiros povos africanos que morrem de fome. Há gente disposta a patrocinar um torneio de futebol, mas não há pessoas e nações disponíveis para apadrinhar o fim da fome e da miséria. Nada contra a paixão pelo futebol, eu até gosto, mas precisa acelerar os tempos também para estancar os altos índices de mortalidade por fome e doenças que massacram os povos africanos e dos países tidos como de terceiro mundo. Os recursos arrumados para a festa do futebol e o ritmo acelerado com que foi aprontada a estrutura necessária para este grande evento, devem também aparecer na hora de encarar e resolver os desafios que assolam o continente africano. A força e a dignidade de um país ou de um continente não se medem pela capacidade de hospedar e organizar um evento deste porte, mas pela competência e a vontade política de garantir vida digna para todos seus habitantes. Isso sirva de lição também para o Brasil que se prepara para receber a próxima Copa do Mundo de Futebol e as Olimpíadas de 2016. A que serve se projetar internacionalmente como uma grande potência, se milhões de pessoas continuam vivendo em condições desumanas? Não dá para maquiar a realidade. Está em jogo algo de muito mais importante do que a aparência ou um troféu prestigioso para levar para casa. Está em jogo a vida de milhões de pessoas. Antes de correr atrás de uma bola, é necessário correr atrás da VIDA de milhares de pessoas que morrem a cada segundo. Não dá para perder nem um minuto neste desafio pela vida. Os verdadeiros adversários são a fome, a miséria e a injustiça. Gol neles. O troféu é a felicidade para todos. E essa felicidade só é possível com DIGNIDADE HUMANA.
Que vença a nação que mais se comprometer com a construção de um mundo melhor.Força África. Estou torcendo por você! O povo brasileiro, orgulhoso de ter sangue africano em suas veias, não pode deixar de torcer pela mãe África que gerou mais de 50 por cento de seus filhos.
Com base no texto “África, Chegou sua hora!” do Padre Xavier .
Maria Eunete G. Tavares

sexta-feira, 28 de maio de 2010

PLANEJANDO COM AS TECNOLOGIAS

Esta atividade é um plano para três aulas de Ensino Religioso do 7º ano do Ensino Fundamental que propõe trabalhar "A sistematização do Transcendente pelas Tradições Religiosas" com o objetivo de conduzir o aluno a reconhecer o valor de cada religião para a formação da personalidade de seus adeptos e para uma boa convivência em sociedade.
https://docs.google.com/Doc?tab=publish&docid=0Aa-TjI79K6RQZGNxMnFrN3RfMTN2OWN2djlmaw&hl=pt_BR

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Diversidade Religiosa e Direitos Humanos

Eata apostila traz importantes informações sobre a diversidade religiosa e os direitos humanos. Seu conteúdo deve ser conhecido por todos os educadores e educadoras que trabalhe ou se interesse pelo conhecimento dos fenômenos religiosos existentes na sociedade.
https://docs.google.com/fileview?id=0B6-TjI79K6RQYzA1NDJiMTUtMjJhMy00NWY4LTk2MjYtOTc4MDlhZWU2YzYz&hl=pt_BR

Apostila de Ensino Religioso

Nesta apostila você irá encontrar orientações básicas sobre o trabalho pedagógico com Ensino Religioso, como também algumas sugestões de atividades da disciplina.
http://docs.google.com/View?id=dcq2qk7t_3scc5n2p5

sexta-feira, 21 de maio de 2010

PROFESSORES E SUPORTE SE REUNEM COM ASSESSORA PARA ESTUDO E PLANEJAMENTO DO ENSINO RELIGIOSO ESCOLAR


ASSUNTO: Encontro com os Professores de Ensino Religioso
FORMULADO POR: Assessoria de Currículo de Ensino Religioso


1. Este relatório tem por objetivo relatar as atividades desenvolvidas durante o 1º Encontro com os professores de Ensino Religioso e suportes pedagógicos da rede Estadual de Porto Nacional.
2. O encontro ocorreu no dia 05 de maio de 2010, no período das 19:00 às 22:30h no auditório da Diretoria Regional de Ensino de Porto Nacional e contou com a presença de 29 participantes sendo: 20 Professores, 07 Suportes Pedagógicos, 01 Orientador Educacional e 01 Gestora.
3. Participaram como colaboradoras as Assessoras de Currículo de história: Marli Soares dos Reis e Chagna Antonia Pires Santana.
4. Durante o encontro foi desenvolvida uma pauta com assuntos bem definidos e tempo bem cronometrado.
5. No decorrer do encontro os participantes interagiram fazendo perguntas, dando depoimentos e tirando suas dúvidas, o que gerou um debate muito proveitoso a cerca da questão em estudo.
6. Encerrando o encontro foi sorteado um livro de dinâmicas entre os participantes para ser utilizado na prática pedagógica.
7. Os participantes avaliaram o evento como muito bom. O resultado da avaliação foi o seguinte:
 Quanto ao conteúdo abordado - 51.8% avaliaram como ótimo, 44.8% como bom e 3.4% como regular.
 Quanto à metodologia utilizada - 41.6% avaliaram como ótimo, 55% como bom e 3.4% como regular.
 Quanto a sua aprendizagem - 31% avaliaram como ótimo, 62.2% como bom e 6.8% como regular.
 Quanto à aplicabilidade na prática - 31% avaliaram como ótimo, 62.2% como bom e 6.8% como regular.
 Quanto à postura do formador - 51.7% avaliaram como ótimo, 44.3% como bom e 00% como regular.
As sugestões e/ou considerações apresentadas foram as seguintes:
62% sugeriram mais encontros;
6.8% sugeriram o encontro durante o dia; a noite é muito cansativo;
3.4% Reclamaram do ambiente muito quente;
31.2% não opinaram.

Porto Nacional, 10 de maio de 2010.
Maria Eunete Guimarães Tavares
Assessora de Currículo de Ensino Religioso

terça-feira, 11 de maio de 2010

CONHECENDO HIPERTEXTO

O mundo das tecnologias é um universo de possibilidades e esconde inúmeras surpresas. A invenção da internet foi uma história extraordinária que revolucionou a humanidade e aproximou todos os povos com seus conhecimentos e culturas. Através dela é possível adquirir e divulgar conhecimentos, além de muito mais...
Uma descoberta interessante, no início desta unidade, é a utilização do hipertexto que traz em si próprio resposta e explicações para termos de uso não convencional.
Segundo Lévy 1993, Hipertexto é um conjunto de nós ligados por conexões. Os nós podem ser palavras, páginas, imagens, gráficos ou parte de gráficos, seqüências sonoras, documentos complexos que podem eles mesmos ser hipertextos. (...) Funcionalmente, é um tipo de programa para a organização de conhecimentos ou dados, a aquisição de informações e a comunicação.
Ao navegar por um hipertexto, descobrindo a cada momento novas informações, foi uma experiência emocionante, pois, apesar de já ter experimentado este tipo de leitura, com as orientações dadas no curso e com apoio dos textos do guia do cursista, foi possível aproveitar de modo muito mais profundo e abrangente esta atividade.
O hipertexto é um produto textual muito interessante, uma vez que proporciona a oportunidade de navegar além de ler. É uma dupla ação que permite uma aquisição e construção de conhecimento muito maior e, portanto, um instrumento de grande utilidade para os educadores e estudantes.
Paras mim, além de gratificante, foi muito proveitoso e enriquecedor. A cada atividade realizada é uma dificuldade superada e muitos conhecimentos adquiridos. Este curso está contribuindo significativamente com o meu crescimento profissional e pessoal e será muito utilizado no exercício de minhas atribuições.

Maria Eunete Guimarães Tavares


Porto Nacional, 11 de maio de 2010.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

SUGESTÃO DE SITES

www.gper.com.br - biblioteca virtual
www.diadiaeducacao.com.br – portal educacional da Secretaria de Educação do Paraná
www.fonaper.com.br – Fórum Nacional Permanente do Ensino Religioso. Discute a implementação do Ensino Religioso nas escolas.
www.hploco.com/comotrabalharensinoreligioso - apresenta metodologias educacionais
www.quebracuca.com.br - jogos e dinâmicas.
www.acordacultura.org.br
www.arteafricana.usp.br
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“QUEM SOU COMO EDUCADOR E APRENDIZ?”


Se analisarmos, historicamente, a evolução da humanidade é possível perceber que desde os tempos primórdios o homem vem aprendendo e ensinando. Aprender e ensinar é e sempre foi, uma questão de sobrevivência.
Cada tribo ou grupo humano para continuar sua existência foi necessário transmitir seus conhecimentos às novas gerações, preparando-os para substituir os seus líderes e continuar a preservação da espécie e do grupo. As aprendizagens eram passadas de pai para filhos mantendo suas características básicas. A exemplo disso temos as tribos indígenas que até hoje conservam essa forma de ensinar e aprender.
Na sociedade moderna o ensino e a aprendizagem acontecem das mais diferentes formas: nas conversas, em reuniões de grupos organizados, nas entidades religiosas, em entidades esportivas, na mídia, etc. A mais formal forma de ensinar e aprender ainda são as escolas e instituições educativas usando dos mais diversificados recursos.
As teorias sócio interacionistas explicam a aprendizagem como fruto da interação do aprendiz com o mundo dos objetos e das pessoas (Freire,1970; Piaget, 1976; Vygotsky, 1991; Wallon, 1989). Esta afirmação dos autores deixa claro que é na interação com os mais diversificados objetos, pessoas e situações que as aprendizagens acontecem. Assim sendo o ensino e as aprendizagens acontecem em todo e qualquer momento da vida humana. Não há idade e nem fase de vida específica pra se aprender; a aprendizagem acompanha o ser humano em todos os momentos de sua vida das mais diferentes formas. Aprender e ensinar é uma necessidade humana.
Segundo José A. Valente, Aprendemos e ensinamos porque temos que resolver problemas reais e interagir com pessoas e objetos do nosso dia-a-dia.
A cada dia que passa a sociedade inventa novos meios de se comunicar e de resolver problemas, e esses novos meios precisam ser aprendidos e ensinados para facilitar a vida em sociedade. As pessoas que não estão atualizadas com os meios de comunicação, por exemplo, estão em condições desfavoráveis para sobreviver em sociedade. Terão mais dificuldades em resolver suas necessidades. Daí a grande necessidade de se aprender e ensinar sempre.
Diante deste contexto, como professor e aprendiz sou parte integrante de todo esse processo, portanto ensino e aprendo a cada momento que convivo com o outro. Seja este outro uma pessoa, um grupo, um objeto, uma informação, um pensamento, um fenômeno natural... Aprendo e ensino na comunicação, na troca de experiência, na convivência, pois é ai que se constrói, desconstrói e reconstrói novos conhecimentos.
Enquanto professor e aprendiz tenho consciência de que a minha postura de vida transmite conhecimento e, portanto, cultura. Enfim o ensinar e o aprender acontece em todos os momento da vida humana e em toda e qualquer interação entre os seres.




Porto Nacional, 10 de abril de 2010.