Primeira Obra

Primeira Obra
Poesias e Crônicas

quinta-feira, 24 de junho de 2010

REFLEXÃO: PLANO DE AULA AUTORIA HIPERMÍDIA




Esta atividade ocorreu no dia 22 de junho de 2010 às 16:ooh, no auditória da Diretoria Regional de Ensino de Porto Nacional. O encontro contou com a presença de gestores escolares, suporte pedagógico, professores de Ensino Religioso, Assessores de Currículo de História, Biologia e Língua Portuguesa, membros do GRUCONO – Grupo de Consciência Negra do Tocantins – e um Babalorixá e uma Ialorixá – (Pai e Mãe de Santos) representantes da Umbanda e do Candomblé.
Iniciamos a conversa enfocando o objetivo do encontro: Combater a discriminação e valorizar as religiões de matriz africanas como objeto de estudo do Ensino Religioso.
No desenvolver desta ação, houve uma explanação pelos Babalorixá e Ialorixá assessorados pelo Líder do GRUCONTO – José Iramar. Os participantes acolheram muito bem as informações e interagiram fazendo perguntas e tirando suas dúvidas, principalmente no que diz respeito a ações malignas. Os convidaram esclareceram que isso não faz parte da religiosidade Afro descendente, pois seu objetivo é promover a paz e ajudar as pessoas.
De acordo o observado durante a interação entre os envolvidos foi possível perceber que a aprendizagem ocorreu de forma satisfatória, atendendo os objetivos propostos.
A realização desta atividade favoreceu a ampliação dos meus conhecimentos a cerca do assunto como também na utilização da hipermídia. Cada vez que são utilizados estes recursos aumenta a segurança e a descoberta em novas possibilidades.
Porto Nacional, 23 de junho de 2010.

PLANO DE AULA - AUTORIA HIPERMÍDIA

quinta-feira, 17 de junho de 2010

quarta-feira, 16 de junho de 2010

REFLEXÃO: PLANO DE AULA UTILIZANDO MÍDIA DIGITAL



Unidade – 3
Atividade – 2
Cursista: Maria Eunete Guimarães Tavares


Esta atividade ocorreu no dia 24 de maio por ocasião do encontro de coordenadores para estudo e reflexão da prática pedagógica escolar. A apresentação foi feita dentro da programação de encontro com duração de 20 mim apenas.
Os participantes acolheram as informações de forma ativa e interessada. Durante a apresentação houve participação do grupo fazendo perguntas e tirando suas dúvidas.
No decorrer das discussões as aprendizagens foram acontecendo através das informações repassadas e de troca de experiência entre os presentes.
Com a realização desta atividade foi possível construir várias aprendizagens, dentre elas: a utilização de mídias digitais, como encontrar novos recursos na mídia (filme, slide, etc), maior aprofundamento do assunto apresentado e novas experiências socializadas pelo grupo.
Em cada atividade realizada são muitas aprendizagens construídas; o curso está contribuindo significativamente com o meu desempenho profissional e pessoal.

Porto Nacional, 15 de junho de 2010.
https://docs.google.com/present/edit?id=0Aa-TjI79K6RQZGNxMnFrN3RfMzhkZ2Q0ODJmOQ&hl=pt_BR

terça-feira, 15 de junho de 2010

PARA REFLETIR!




A BOLA QUE ROLA E A VIDA QUE CHORA!

Berço de grandes civilizações, a África foi vítima de um longo processo de devastação. Invadido no século XVI por caçadores de escravos a caça de mão de obra barata a ser vendido no “novo mundo”, o continente africano sofreu uma terrível sangria. Milhares de seus filhos foram arrancados de suas entranhas e, a bordo de navios negreiros, foram conduzidos a força para as Américas para trabalhar como escravos a serviço dos colonizadores.Com a descoberta de suas riquezas naturais e de suas jazidas de pedras preciosas, a África tornou-se meta da avidez das grandes potências européias desejosas de explorar todo seu patrimônio. Reunidos em Berlim (na Alemanha), em 1884, 12 países europeus, com interesses na África, lotearam entre si suas terras dando vida a um longo período de colonização que teve como conseqüência o enriquecimento dos europeus à custa do empobrecimento da África. Fome, miséria, endividamento, guerras fratricidas, destruição ambiental, desertificação, urbanização selvagem, violência... São as marcas deixadas pelos opressores e alguns dos desafios que a África enfrenta nestes últimos tempos, fazendo dela o continente mais sofrido do mundo.
Torço para que a Copa do Mundo seja uma oportunidade para dirigir um olhar de compaixão e de solidariedade para com povos africanos. A África está tentando se levantar, mas para isso precisa da solidariedade de todos. O mundo inteiro se concentra numa bola que rola pelos gramados de estádios modernos construídos em tempos recordes. Que loucura! Este mesmo mundo não é capaz de parar um segundo diante da dor de inteiros povos africanos que morrem de fome. Há gente disposta a patrocinar um torneio de futebol, mas não há pessoas e nações disponíveis para apadrinhar o fim da fome e da miséria. Nada contra a paixão pelo futebol, eu até gosto, mas precisa acelerar os tempos também para estancar os altos índices de mortalidade por fome e doenças que massacram os povos africanos e dos países tidos como de terceiro mundo. Os recursos arrumados para a festa do futebol e o ritmo acelerado com que foi aprontada a estrutura necessária para este grande evento, devem também aparecer na hora de encarar e resolver os desafios que assolam o continente africano. A força e a dignidade de um país ou de um continente não se medem pela capacidade de hospedar e organizar um evento deste porte, mas pela competência e a vontade política de garantir vida digna para todos seus habitantes. Isso sirva de lição também para o Brasil que se prepara para receber a próxima Copa do Mundo de Futebol e as Olimpíadas de 2016. A que serve se projetar internacionalmente como uma grande potência, se milhões de pessoas continuam vivendo em condições desumanas? Não dá para maquiar a realidade. Está em jogo algo de muito mais importante do que a aparência ou um troféu prestigioso para levar para casa. Está em jogo a vida de milhões de pessoas. Antes de correr atrás de uma bola, é necessário correr atrás da VIDA de milhares de pessoas que morrem a cada segundo. Não dá para perder nem um minuto neste desafio pela vida. Os verdadeiros adversários são a fome, a miséria e a injustiça. Gol neles. O troféu é a felicidade para todos. E essa felicidade só é possível com DIGNIDADE HUMANA.
Que vença a nação que mais se comprometer com a construção de um mundo melhor.Força África. Estou torcendo por você! O povo brasileiro, orgulhoso de ter sangue africano em suas veias, não pode deixar de torcer pela mãe África que gerou mais de 50 por cento de seus filhos.
Com base no texto “África, Chegou sua hora!” do Padre Xavier .
Maria Eunete G. Tavares